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E-commerce: evite os 4 erros mais comuns.


A imersão completa do consumidor no digital foi inevitável com o atual cenário. Logo, sua participação ativa nas redes sociais tomou forma e impactou diretamente o comportamento das empresas.


O momento ainda pode ser lido como um catalisador da transformação digital, sendo responsável por expor lacunas nos sistemas de operações e marketing digital de diversas marcas, consequentemente, as empresas que antes acreditavam ser suficiente apenas o off-line, optaram por digitalizar seus processos.


A busca por novos meios e maneiras de se comunicar com o consumidor foi intensificada. Um exemplo disso é o crescimento das lojas virtuais que, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico - ABComm, cerca de 135 mil lojas se adaptaram ao comércio eletrônico.


A fase de se redescobrir e ser autêntico não se limitou apenas aos pequenos negócios, uma vez que as marcas que já investiram e se mantinham alinhadas ao digital encontraram novos concorrentes no mercado e ciberespaço, ou seja, desde o empreendimento de pequeno ao de grande porte tiveram que redefinir suas prioridades.


Já um estudo realizado pela plataforma Twilio, com aproximadamente 2 mil empresários do mundo todo, aponta que a pandemia foi a responsável pela aceleração de quase 6 anos da comunicação digital feita por empresas. A ABComm também analisou que as vendas pela internet aumentaram 56,8% nos primeiros meses deste ano, bem como as reclamações por parte dos clientes referentes à demora na entrega e infraestrutura das lojas virtuais.


O que torna questionável a estratégia utilizada no processo de migração para o digital. Existem erros mais comuns que são cometidos por quem não tem experiência com o digital ou seria uma falha de planejamento? Sim, e sim.


Uma loja física fatura muito mais se estiver numa avenida movimentada, a sua loja virtual precisa estar bem “localizada” na internet. Ter um site estruturado e não investir em SEO é ter uma fachada bonita e não atrair clientes.

A demanda de um e-commerce é diferente. Portanto, as estratégias e estudos de tendências mercadológicas precisam estar alinhados ao interesse do público-alvo.

Diferente do presencial, no virtual o cliente não consegue tocar o produto, sendo assim, o cadastramento das mercadorias, catálogos e descrições precisam ser assertivos e de alta qualidade para despertar o desejo de compra do consumidor.

Não equilibrar a margem de lucro e a competitividade é como dar um tiro no escuro. No online a precificação e frete são fatores que interferem na decisão.


Sobretudo, não é discutível que o digital e planejamento são fundamentais para trazer resultados. Conte com NOI para trilhar esse caminho. Para entrar em contato, basta clicar no botão abaixo.


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