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Economia Low Touch & redes sociais.

O que é e como impactará no seu negócio?


Há pouco tempo ninguém imaginava que as pessoas precisariam ficar isoladas, tendo um único ambiente para chamar de escola, faculdade, trabalho e casa, mas aconteceu. Migramos do convívio social para o online, e em pouquíssimo tempo as empresas precisaram adaptar seus modelos de negócio para suprir o pouco, ou quase inexistente, contato presencial. E é disso que a Economia Low Touch (Economia de baixo contato) se trata.


Acredite, o fluxo de receita de uma empresa precisa entender que a seleção natural acontece ao primeiro sinal de mudança, e é isso que torna esse momento tão marcante. Diante de tantas transformações a economia precisou se reestruturar e modificar as métricas que definem o sucesso de um empreendimento, desde relações comerciais e planejamento ao imediatismo na internet. Isso não significa que você precisa vender pela internet, mas sim que você precisa usar a internet para vender.


Toda mudança é difícil pode até ser clichê mas é possível enxergar a bonança após a tempestade. A Economia Low Touch vem para facilitar a vida de quem perde muito tempo e recursos financeiros em reuniões presenciais, logística e deslocamento. Pode ser vista como um meio para aumentar a produtividade e, consequentemente, os lucros.


E é neste ponto que aparecem termos como digital-first e glocalização.


O primeiro, diz respeito à velocidade que o digital tomou posse dos meios de produção e venda, e aqui as redes sociais ganham peso e prioridade. Já o segundo é uma fusão das palavras global e local. Refere-se à presença da dimensão local, mas também com influência global.


Na prática, essa fusão de conceitos acontece quando, por exemplo, o McDonald’s não vende hambúrgueres de carne bovina na Índia, ou ainda, a Whirlpool Corporation que precisou adaptar suas máquinas de lavar roupa aos longos saris usados pelas mulheres indianas.


Parece distante, mas o mesmo aconteceu com o Guaraná Jesus. A marca de refrigerante cor-de-rosa e ícone no Maranhão foi comprada, em 2001, pela gigante mundial de bebidas Coca-Cola, garantindo assim a expansão do produto.


Segundo o gerente de marketing da Coca-Cola FEMSA Brasil, George Silva Leite, o que motivou trazer o refrigerante para a região Sudeste foi o próprio interesse manifestado por consumidores nas redes sociais. A glocalização e o digital-first são possíveis porque a tecnologia permite isso: ter um negócio local, mas também ter condições de expandir / adaptar, tanto sua atuação quanto sua influência.


E, de novo, o imediatismo da internet. Se antes, o instantâneo já era algo valioso para o cliente, a partir de agora se torna ainda mais importante. Queremos as coisas para ontem e mudamos de ideia num piscar de olhos. Segundo Tom Peters, no livro “A


Busca do Uau!”, o fato de que os empreendimentos precisam oferecer algo a mais é relevante para ser constante. Surpreender e tirar deles um “Uau!”. O Uau é Digital.

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